| 03/09/2010 | |
| SINOPSE DO CLIPPING | |
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) foi mencionado em 14 oportunidades no clipping desta sexta-feira (03/09). Destaca-se a informação de que a carga de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) atingiu 55.582 megawatts (MW) médios em agosto, uma alta de 8,1% na comparação com igual mês do ano passado. Com relação a julho, a carga subiu 0,5%, enquanto no acumulado em 12 meses houve alta de 8,1% em relação aos 12 meses anteriores. No ano, o avanço da carga acumulada chega a 10% na comparação aos oito primeiros meses de 2009. Os dados foram divugados ontem pelo ONS. Repercutem o fato:
Carga de energia cresce 8% em agosto em relação a 2009 (Valor Econômico); A notícia “Usinas hidrelétricas maiores funcionam antes do previsto” (Folha de S. Paulo) ressalta que a construção de projetos hidrelétricos maiores e complexos está sendo mais ágil do que a dos empreendimentos menores. A situação tem levado à antecipação da geração de energia nos projetos maiores e o atraso no início de operação dos menores. A constatação é da Aneel, que é responsável por fiscalizar concessões. Segundo o jornal, a antecipação da geração é benéfica. Permite que a usina seja incluída nas opções do ONS, que determina diariamente qual usina vai ou não gerar energia elétrica. Já o atraso onera a conta de luz, pois o ONS autoriza a geração térmica (mais cara e poluente). A matéria “Marc Ferrez: Passado presente” (J. do Commercio-RJ) lembra que diversos pontos históricos do Rio estão recebendo instalações artísticas que pretendem “criar um diálogo entre a população carioca e o seu patrimônio”, através dos ditos populares. Largo do Machado, Praça XV, Lapa, Glória e Catete foram os bairros escolhidos para receber o projeto concebido pela produtora M'Baraká e patrocinado pela Universidade Estácio de Sá e pelo ONS. A opinião do escritor e músico Paulo Lima Soraggi, intitulada “Energia do governo sacaneia Zé Bicho (Opinião – Brasil Econômico) informa: “Eis que vem agora o Plano Anual de Operação de Energia. Divulgado pelo ONS, o troço aponta que o nível dos reservatórios do Sudeste ficará com apenas 39% do seu volume. A medida seria necessária para produzir a energia torrada no crescimento do PIB. A represa de Finnas corre o risco de ter vida seca por três anos, pois vai ter de transferir água para reservatórios magros de outros estados. E de segurar a onda de novas hidrelétricas. Os turistas do Mar de Minas vão se contentar com uma poça d'água?”. Também merecem destaque:
Transmissão atrai oito grupos (Valor Econômico);
Filipe Faria | |